Entre o “arrastar de correntes,” vivenciando a experiência das horas na
esfera, girando dias, noites, anos... Pensar no vazio, na ausência de algo,
alguém ou até mesmo uma sensação, nostalgia, não é uma tarefa complicada, muito
menos agradável. Porém julgamos importante ir ao seu encontro nessa última
semana, momento em que se comemorava o feriado do dia do trabalho. Há os que
lutam por preencher seus cemitérios de concreto espelhando suas vidas nos
atores de telenovelas, há os que fazem terapia... Muitas vezes é possível
ocultar o incômodo com o auxílio de drogas e seja momentâneo ou não, questionar
não nos parece nada interessante. Autoafirmação com o mecanismo de bens
materiais (o famoso meu carro é maior que o seu), ou posição social. Porém, também
estamos fugindo para o campo e estamos assustados. Escondendo-nos pelos
interiores de igrejas frias, nos corredores de grandes celebrações, enfiados
atrás de mesas ou canteiros de obras, enfim: Nascemos sós e sejam ou não por
causas naturais, o desfecho de uma vida continua sendo um ato extremamente
solitário. Quem sabe a chave seja mesmo o que se faz nesse período do meio, não
é mesmo?
E você, o que teria a dizer sobre o teu vazio?
Captação de Imagens, texto e edição:
Renan Santana
Secundárias, argumentação e entrevistas:
Juliana Farias
Participaram desta postagem:
Márcia Regina de Souza
Deize G. Moreira
Gabriel Gomes Luz
Robervânio da Silva
João da Silva
Trilha:
Piano Sonata
Domínio Público
Trilha:
Piano Sonata
Domínio Público
Agradecimentos:
Campo da Esperança Serviços
"Concessão das Imagens no Cemitério do Gama - DF"
La Vivienda Libre:
Renan Santana
Juliana Farias.
Twitter: https://twitter.com/#!/ViviendaLa
Youtube: http://www.youtube.com/user/Viviendra?feature=mhee
Twitter: https://twitter.com/#!/ViviendaLa
Youtube: http://www.youtube.com/user/Viviendra?feature=mhee